Evento imperdível para quem gosta de plastimodelismo! Venha e traga a família!
segunda-feira, 23 de abril de 2012
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Inglês encontra 20 Spitfires novos enterrados há 67 anos
David Cundall é um fazendeiro inglês
aficionado por aviões que passou os últimos 15 anos procurando um esquadrão de
20 Spitfires enterrados em algum lugar de Mianmar. Nesse período ele torrou 130
mil libras e viajou 12 vezes ao esquecido país asiático, mas finalmente
encontrou os aviões. Agora, os Spitfires voltarão para casa e serão
reconstruídos para voar pela primeira vez.
Esses 20 Spitfires chegaram ao país asiático – que na época chamava-se Birmânia – para reforçar o avanço Aliado pelo território birmanês em batalhas contra o Japão, mas apenas duas semanas depois da chegada das aeronaves, os EUA deram um ponto final à guerra com suas bombas atômicas sobre Hiroshima e Nagasaki.
Esses 20 Spitfires chegaram ao país asiático – que na época chamava-se Birmânia – para reforçar o avanço Aliado pelo território birmanês em batalhas contra o Japão, mas apenas duas semanas depois da chegada das aeronaves, os EUA deram um ponto final à guerra com suas bombas atômicas sobre Hiroshima e Nagasaki.
Spitfire servindo na Birmânia durante a guerra
Então o Lorde Louis Mountbatten ordenou que
os aviões fossem enterrados para impedir que forças estrangeiras os tomassem
após o fim da guerra. Em algum momento de 1945 esses 20 aviões, recém saídos da
linha de montagem foram encerados, envoltos em papel, tiveram suas partes
móveis lubrificadas e foram enterrados a 1,5 metro de profundidade. Os mapas e
documentos sobre a localização perderam-se ao longo dos anos, e os aviões
acabaram esquecidos.
Em 1996 um amigo de David Cundall contou a
ele que certa vez conheceu um grupo de veteranos americanos que trabalharam em
uma enorme trincheira cavada para esconder aviões. Desde então ele vinha
coletando informações com testemunhas oculares, vasculhando arquivos históricos
públicos e publicando anúncios em revistas especializadas.
Militares britânicos preparam um dos 20
Spitfires antes de enterrá-lo
As primeiras viagens a Mianmar não foram
bem sucedidas, principalmente devido ao ambiente político carregado, pois na
época o país vivia um regime militar que só acabou em 2011. Mais tarde ele
encontrou um dos homens que fizeram os mapas e a demarcação do local onde os
aviões foram enterrados, e passou a alugar equipamentos para as escavações, mas
o mapa estava com suas orientações manchadas por lama, e eles gastaram algum
tempo procurando os aviões no lugar errado. Além disso, Cundall percebeu em
certo ponto que não estava cavando fundo o suficiente pois as crateras abertas
pelas bombas chegavam a mais de seis metros de profundidade, e elas foram
fechadas posteriormente.
Foi quando Cundall voltou a Mianmar com um
equipamento capaz de dobrar a profundidade atingida que ele e sua equipe
encontraram as caixas contendo os aviões cuspidores de fogo.
Ao contrário do que parece até aqui, o sr.
Cundall é apenas um pequeno fazendeiro, e não um multi-milionário – o que
explica o tempo gasto procurando os aviões. “Levou 15 anos, mas eu finalmente
os encontrei”, disse o inglês ao jornal The Telegraph. “Spitfires são aviões
lindos e não devem apodrecer em uma terra estrangeira. Eles salvaram nossas
vidas na batalha da Grã-Bretanha e devem ser preservados”.
Ao saber da descoberta de Cundall, o
primeiro-ministro David Cameron ficou impressionado, e iniciou a negociação
política para remover as aeronaves do território birmanês. A remoção custará
500.000 libras e será financiada pela Boultbee Flight Academy, uma academia de
pilotagem de aviões que conserva algumas unidades do Spitfire. O governo
britânico prometeu a Cundall que não reivindicará as aeronaves.
Dos 21.000 Spitfires construídos, restaram
apenas 35 em condições de voo. Com sorte, em pouco tempo esse número subirá
para 55 graças à busca apaixonada e incansável de David Cundall.
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Reunião do GAP em 14/04
Carlos, Wellington, Chicão e Sandro, na reunião.
O Corsair em escala 1/72 do Marcelo Megali fez sucesso.
O Ka52 do Carlos Maks, também em 1/72...
E o F-15C Eagle com pintura do "Tiger Meet", em escala 1/32, do Sandro Barros.
A reunião foi importante para a tomada de decisões referentes ao ModelDay 2012, que realizaremos no próximo dia 28 de abril, do mesmo modo que centenas de Associações de Plastimodelistas no Brasil e no mundo inteiro. Já está definido que a o nosso Model Day acontecerá no Espaço Cultural Thiago de Melo, no mezzanino da livraria Saraiva do Manauara Shopping, no horário de 10 da manhã às 15h30.
Os destaques na reunião, em matéria de kits, foram o Corsair F4U-5N escala 1/72 da Revell, muito bem montado e pintado pelo Megali, o fantástico F-15 "Tiger Meet", em escala 1/32, da Revell, montado por Sandro Barros, além do Kamov Ka-52 em escala 1/72, do Carlos Maks.
Entre os novos kits levados sem montar, estavam um excelente Stuka Ju87 escala 1/48 da Italeri, com partes em Photo-etch, que o Alexandre havia recebido dois dias antes.
domingo, 1 de abril de 2012
Tiger I, escala 1/25
Mais um excelente trabalho do André Dantas, desta vez de militaria. Trata-se do kit do Tiger I, da Tamiya, em escala 1/25. André representou o carro comandado pelo Panzer Commander SS-Hauptsturmführer Michael Wittmann.
F-16I Sufa, Escala 1/32, da Academy
O F-16I Sufa, da Hey'l Ha'Avir (Força Aérea Israelense), apresentado na reunião do GAP no dia 31/03, merece um post à parte, para que possa ser apreciado em cada detalhe. O kit, da empresa coreana Academy Model Kits, é na escala 1/32 e foi muito bem detalhado pelo André Dantas, que utilizou partes em Photo-Etch (Foto Gravura), para detalhamento do cockpit e do motor. Só o cockpit, aliás, representa um kit à parte, onde o André trabalhou por mais de um mês. O kit todo representou três meses de trabalho, entre montagem e pintura.
Apreciem as fotos abaixo, ou cliquem aqui, para visualizar o álbum completo.
Apreciem as fotos abaixo, ou cliquem aqui, para visualizar o álbum completo.
O kit do F-16I Sufa, da Academy, em escala 1/32, ficou muito bem montado e pintado. Foram 3 meses de dedicação para obter esse excelente resultado.
Cada assento ejetável, cheio de partes em photo-etch, era um kit à parte.
Somente para concluir o cockpit, foi um mês de trabalho.
A tubeira de escape do motor do F-16 da Força Aérea Israelense também ficou super-detalhada.
Reunião do GAP em 31/03/2012
No terraço, curtindo um papo e a cerveja.
Barbosa e Freire analisam o F-16I Sufa, do André (com a mão no kit)...
... Que ficou, realmente, sensacional...
...Assim como o Tiger I, representando o carro do Panzer Commander SS-Hauptsturmführer Michael Wittmann, também do André.
Megali, Alexandre e Sandro analisam um kit raro: o Aermacchi MB326A, da Esci italiana, em escala 1/48, que o Alexandre vai fazer como o AT-26 Xavante da FAB.
O Grupo que participou da reunião de sábado. Sentados, da esquerda para a direita: Ricardo, Carlos, Chicão, André, Megali, Freire, Barbosa e Ronaldo. Em pé: Alexandre e Sandro.
Para visualizar todo o álbum, clique aqui.
F6F-5 Hellcat 1/48 da HobbyBoss - Parte 2
Terminei o meu kit do Grumman F6F-5 Hellcat, da HobbyBoss. O kit da marca chinesa é muito bom. Confesso que não levava fé na qualidade da marca, mas fui positivamente surpreendido. Também me surpreendeu o Focke-Wulf 190A8 1/48 da também chinesa Dragon Models, que recebi pelos Correios na última sexta-feira. Excelente kit, que conta, inclusive com partes em fotogravura (Photo-Etched Parts), para detalhamento do cockpit.
Bom, voltando ao Hellcat, como eu disse antes, o kit é muito bom, com bons encaixes e ótimo nível de detalhamento (pena que, no caso do cockpit e do motor, 70 a 80% deles fiquem ocultos após o fechamento da fuselagem. Optei por fazer o Hellcat com as asas dobradas (é possível fazê-las abertas ou dobradas, mas é uma opção ou outra).
Depois, pretendo fazer um diorama, comprando uma base da Eduard que reproduz o convés de um Porta-Aviões da Classe Essex, da II Guerra Mundial, e um outro kit, do Motor Tug (trator para reboque de aeronaves) com três figuras de mecânicos da US Navy, também da II Guerra Mundial. Assim, vou representar o Hellcat, do Commander David McCampbell, Top Ace da US Navy na II Guerra Mundial, com 34 vitórias no ar, como se estivesse sendo preparado para mais uma missão.
Bom, voltando ao Hellcat, como eu disse antes, o kit é muito bom, com bons encaixes e ótimo nível de detalhamento (pena que, no caso do cockpit e do motor, 70 a 80% deles fiquem ocultos após o fechamento da fuselagem. Optei por fazer o Hellcat com as asas dobradas (é possível fazê-las abertas ou dobradas, mas é uma opção ou outra).
Depois, pretendo fazer um diorama, comprando uma base da Eduard que reproduz o convés de um Porta-Aviões da Classe Essex, da II Guerra Mundial, e um outro kit, do Motor Tug (trator para reboque de aeronaves) com três figuras de mecânicos da US Navy, também da II Guerra Mundial. Assim, vou representar o Hellcat, do Commander David McCampbell, Top Ace da US Navy na II Guerra Mundial, com 34 vitórias no ar, como se estivesse sendo preparado para mais uma missão.
Assinar:
Postagens (Atom)




